“Marcos”46 pages
- p. 19 …Jacinta, ao atentado contra a capela de março de 1922,
à comissão de inquérito nomeada pelo…
- p. 20 …na capela na madrugada de 6 de
março de 1922 (doc. 66-67, p. 237-239…
- p. 31 …1 1917-05-c.27
Ó Nasceu a 22 de março de 1880 em Casal Menino…
- p. 34 …Nasceu a 26 de março de 1901, na Moita Redonda,
Doc. 3
1917-07-14, Fátima…
- p. 50 …2 Nasceu a 13 de março de 1877. Frequentou o seminário de Leiria e de Coimbra…
- p. 56 …Completou dez anos de idade em 22 de
março do corrente ano10 .
4 Nasceu a 3…
- p. 57 …Ela nasceu no dia 28 de março. Era quinta-feira Santa. ... O Pai
tratou logo do…
- p. 73 …Nasceu em Monte Real, concelho de Leiria a 6 de
março de 1879. Foi pároco de…
- p. 74 …Sol Benshaia Ruah, nasceu
a 28 de março de 1892, em Faro. Foi diretor dos Serviços…
- p. 108 …Faleceu a 12 de março de 1930.
5 Nasceu no Reguengo do Fetal, a 7 de…
- p. 121 …Nasceu a 26 de março de 1901, na Moita. Foi guardião da
Capelinha das Aparições. Faleceu…
- p. 128 …Maria do Amparo faleceu em Lisboa, a 15 de março de 1964. É autora,
pelo menos…
- p. 158 …Nasceu a 31 de março de 1881. Bacharel, formado em Direito
pela Universidade de Coimbra. A…
- p. 162 …10 Maria Celeste da Câmara e Vasconcelos, nascida a 22 de março de 1897. Faleceu,
solteira…
- p. 168 …2 Nasceu a 7 de março de 1884. Foi ordenado sacerdote a 18 de julho de…
- p. 184 …1º domingo depois da lua cheia de março.
É mais importante um fenómeno físico, importante mas…
- p. 195 …Paroquial de Fátima, 2 de março de 1919
A testemunha Teresa de Jesus
O Pároco Manuel…
- p. 196 …Paroquial de Fátima, 2 de março de 1919
Pe. Manuel Marques Ferreira
1 Nasceu a 21…
- p. 197 …voltar e
1 Nasceu a 6 de março de 1862, no lugar da Torre. Casou com…
- p. 205 …Nasceu a 4 de
março de 1879 e faleceu a 25 de novembro de 1955.
Doc…
- p. 217 …1 Presidente do Ministério de 8 de março a 6 de junho de 1920.
Doc. 56…
- p. 233 …3 Amélia de Jesus, falecida a 28 de março de 1917.
Doc. 65 1922-01-05
- p. 238 …ocorrida na madrugada do dia 6 de março de 1922.
Publ.: DCF, III-3 - Doc. 709…
- p. 239 …ocorrido na madrugada do dia 6
de março de 1922, e à conveniência da publicação de…
- p. 245 …c A dinamitação da capelinha ocorreu na madrugada do dia 6 de março de 1922.
Doc…
- p. 261 …No entanto, por um documento de 18 de março de 1923 (DCF, IV-2,
Doc. 258…
- p. 272 …Foi cometido no dia 6 de março de 1922, alta madrugada.
O receio das explosões da…
- p. 329 …Leiria, 26 de março de 1926
† José, Bispo de Leiria
Doc. 85 1926-03-26
- p. 330 …que
1 Diário monárquico, fundado em 25 de março de 1919. Diretor: Fernando de
Sousa ( Nemo)
- p. 376 …842
ï Voz da Fátima (Março)
Lubango, 7 de agosto de 1929
Ex.mo e Reverendissimo…
- p. 380 …Nasceu nas Sesmarias, Marrazes, a 25 de março de 1864.
Estudou no Seminário de Coimbra e…
- p. 401 …Fundou o semanário “A Voz do Domingo”,
a 19 de março de 1933. Foi nomeado cónego…
- p. 405 …Assina o registo paroquial de Ourém, de
22 de fevereiro a 21 de março de 1909…
- p. 426 …ROMA, 23 de março de 1930
Joaquim Carreira
- p. 430 …já sete anos (nasceu a 11 de março de 1910, data oficial; cf. Doc. 1,
nota…
- p. 439 …Foi para o Asilo de Vilar em março de 1929, mas
faleceu a 7 de novembro…
- p. 460 …20 O relator equivoca-se ao datar o panfleto depois do atentado de 6 de março…
- p. 482 …Nasceu a 22 (28) de março de 1907.
- p. 491 …páginas, pelo Visconde de Montelo, publicado em Março de
mil novecentos e vinte e três, com…
- p. 498 …da Fátima”, n° 78, de 13 de
março de 1929. 11° caso: Amélia da Silva, de…
- p. 545 …A data oficial do nascimento de Jacinta é 11 de março
de 1910.
Doc. 133 1930…
- p. 560 …Esse documento marca um marco luminoso, na vida da Igreja em
Portugal.
1 Jornal semanal fundado…
- p. 575 …Completou dez anos de idade em vinte e dois de março do
corrente ano. Tinha oito…
- p. 599 …No dia 23 de março do corrente ano, à tarde, disse à família que
Nossa Senhora…
- p. 600 …Em novembro do ano seguinte sofreu
um segundo ataque, e um terceiro em março. A vinte…
- p. 603 …Entrou a doze de março e saiu a vinte e oito do mesmo mês,
sexta-feira…
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dor fortíssima, que tinha a sua localização na perna direita, estendendo-
-se desde o quadril até ao joelho. Por vezes a violência da dor atingia o
paroxismo, tornando-se insuportável. Só conseguia sossegar à força de
injeções.
Havia épocas em que não dormia durante noites consecutivas. A
perna estava sempre encolhida e dobrada.
Eram-lhe aplicadas extensões de ligaduras e gessadas. A febre era
constante, mas não muito alta.
Definhava e emagrecia de dia para dia. O apetite desapareceu. Foram-
-lhe receitados vários tónicos – glicerofosfato de cal, xarope iodotânico
e estriquinina, e injeções de diversas espécies – arrenhal, cocodilato e
dinamol.
A sua doença foi diagnosticada de coxalgia, proveniente de uma queda
que a enferma dera, quando ainda criança, de um quarto para um terceiro
andar pela escada. Quando sucedeu esse desastre contava onze anos.
Ficara apenas com a perna magoada e cheia de nódoas negras, que
depressa se desvaneceram sem deixarem vestígios de lesão interna.
Os médicos eram de parecer que a ação do clorofórmio e do éter,
com que foi anestesiada por ocasião das operações tinha posto a
descoberto a doença latente. [DCF, III-2, Doc. 480]
VIA DOLOROSA
Antes da segunda operação as dores não eram tão fortes, e a doente
podia andar, embora com muita dificuldade. Morava então na Rua de
Passos Manuel, próximo do Largo de Santa Bárbara. Ficava a duzentos
passos do hospital. Conservou-se em observação e tratamento durante
um ano, estando ora três meses no hospital, ora seis meses em casa.
Quando estava em casa, ia ao hospital fazer o tratamento, apoiando-
-se a uma sombrinha. Teve de internar-se no hospital umas cinco vezes,
indo ora de trem, ora em maca. Depois de dois anos e meio de
tratamento, no dia um de novembro de 1916, por conselho dos médicos,
saíu do hospital de D. Estefânia para o Sanatório do Outão, na esperança
de que o ar do mar trouxesse algum lenitivo aos seus padecimentos. Foi
transportada até ao Terreiro do Paço num automóvel da Cruz Vermelha.
Passaram-na ao colo para o vapor que fez a travessia do Tejo. Do
Barreiro foi levada nas mesmas condições para o comboio, em que
seguiu para Setúbal. Ali aguardava-a um automóvel, que a conduziu ao
Sanatório.
Os episódios maravilhosos de Fátima