“Dores”48 pages
- p. 31 …a usar
o nome de Maria das Dores. A 19 de junho de 1926, entra no…
- p. 52 …sob a representação
de Nossa Senhora das Dores e depois sob a de Nossa Senhora do…
- p. 53 …Em 1926,
fundou a Congregação das Religiosas Reparadoras de Nossa Senhora Dores
de Fátima. Faleceu, em…
- p. 103 …abençoando o povo e
Nossa Senhora das Dores. Foi com receio de que eu fizesse troça…
- p. 104 …2ª – Viste a Senhora das Dores ou a Senhora do Carmo?
– Não vi. A Nossa Senhora…
- p. 105 …do sol Nosso Senhor, a
Senhora das Dores e a Senhora do Carmo?
– Não vi.
2ª…
- p. 122 …de cada lado e Nossa Senhora das
Dores com um arco de flores.
52ª – A treze…
- p. 178 …Vinha Nossa Senhora das
Dores com um arco de flores à roda.
– Aquele dinheiro que Vossemecê…
- p. 206 …ÔÆ
clientes e estava fatigadíssimo e com dores de cabeça.
Respeitosos cumprimentos de minha mulher. Um…
- p. 213 …Tinha sempre muitas dores. Queixava-se quando lhe mexiam
da cintura para cima. Mudava de roupa…
- p. 235 …Senhora do Rosário, depois Nossa
Senhora das Dores e Nosso Senhor”. “Quero-lhe pedir por algumas…
- p. 236 …Do outro lado Nossa Senhora das Dores com um manto roxo; e sempre
cobertos com o…
- p. 297 …que haviam
de aparecer Nossa Senhora das Dores, (segundo lhe parece), Nossa
Senhora do Rosário, S…
- p. 305 …que
havia de vir Nossa Senhora das Dores e outras coisas mais. Em treze de
setembro…
- p. 322 …Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora das Dores; que
Nosso Senhor viria dar a paz ao…
- p. 323 …vestida de roxo,
parecendo Nossa Senhora das Dores. Nosso Senhor fazia várias cruzes.
Parece-me que…
- p. 326 …não mo permitiam; à noite estava com dores
de cabeça e eu, temendo faltar à caridade…
- p. 352 …Formigão, em 1926, Congregação das Religiosas
Reparadoras de Nossa Senhora das Dores de Fátima (atualmente, Religiosas…
- p. 360 …Rv.cia
Maria Lúcia das Dores
r. de S. D.
- p. 408 …Maria Lúcia das Dores
r. de S.D.
- p. 432 …invocações do Rosário, do
Carmo e das Dores, recomenda de novo a recitação do terço, declara…
- p. 450 …Quatro dias antes de morrer,
como a pequena tivesse grandes dores e se queixasse, dizia-lhe…
- p. 471 …Lúcia
de Jesus, em religião Irmã Maria Lúcia das Dores, flor dos campos hoje
convertida em…
- p. 483 …Mais tarde, Albergue de Nossa Senhora das Dores.
32 O título de Basílica Menor, foi concedido…
- p. 495 …invocações diferentes, a do Rosário, a das Dores
e a do Carmo. Qual a razão desta…
- p. 496 …inovações do Carmo, do Rosário e
das Dores. O primeiro ramo, cuja sede é em Santarém…
- p. 517 …4º - Porque hão de ser “5 sábados”, e não 9, ou 7 em honra das
Dores…
- p. 522 …Nada disso,
compreendo e acompanho-a de cá em todas as suas dores, tanto físicas
como…
- p. 523 …Mais tarde, entrou no Carmelo
de Coimbra, adotando o nome de Maria das Dores. Foi depois…
- p. 524 …4º – Porque hão-de ser “5 Sábados” e não 9 ou 7 em honra das
dores…
- p. 526 …Ao dizer-lhe, à Irmã Dores, que precisava de algum – “medianeiro” –,
mostrou-me grande vontade de…
- p. 531 …Por toda a parte lágrimas, dores, desolação, morte.
Senão quando, em meio dos rumores sinistros da…
- p. 542 …recebe-nos como seus filhos, gerados nas dores
imensas do Calvário!
Prostrados diante de Nossa Senhora…
- p. 557 …Andava dificilmente e tinha muitas
dores. Munida do respetivo atestado, foi recebida com o maior carinho…
- p. 586 …Quando tomava algum alimento e enquanto durava a digestão,
aumentavam as dores de cabeça. As dores…
- p. 588 …Estava bastante extenuada, sentia muitas dores, toda ela, segundo a sua
própria expressão, era uma dor…
- p. 599 …As dores
que experimentava eram horríveis. Não descansava nem de dia nem de
noite, porque a…
- p. 601 …480
VIA DOLOROSA
Antes da segunda operação as dores não eram tão fortes, e a doente…
- p. 602 …As dores eram
horríveis. A fraqueza era extrema. Qualquer movimento fazia-a desmaiar.
Na estação de…
- p. 603 …Pela Páscoa mandou-lhe pedir que lhe fosse aplicar outro
aparelho, porque ainda sentia dores. O…
- p. 605 …Tinha dores e prurido nos olhos. Prometeu,
se melhorasse, ir de joelhos até junto da capela…
- p. 607 …Quatro dias antes de morrer, como a criança tivesse grandes dores e
se queixasse, dizia-lhe…
- p. 608 …viria buscar – e me tirava
já as dores!
E de facto, desde esse dia até que…
- p. 625 …582
Diu (Índia) 536
Domingo (O) 538
DORES, Maria Lúcia das - ver também
Lúcia 358, 406…
- p. 628 …Doroteia 19, 29, 462
Irlanda 397
Irmã Dores - ver também Lúcia 524
Irmãos Isidros 276
Itália…
- p. 631 …Fran-
cisco Mira Júnior) 106
Maria das Dores - ver também Lúcia 29
Maria do Carmo (miraculada…
- p. 634 …Senhora da Purificação 188
Nossa Senhora das Dores 50, 101, 120,
176, 233, 234, 295, 303…
- p. 640 …93
Senhora da Paz 44
Senhora das Dores 102, 103
Senhora de Fátima 169, 349, 375…
584 DCF - Seleção de documentos (1917-1930)
c789:; c=9:7 9?@B C8C7 c@ 9C = @ > ?@ 8> cD@E8c7C@ @ :89FG = @= 8> :?C=
dos fenómenos metereológicos sucedidos no dia treze de cada mês desde
maio a outubro e ao grandioso fenómeno solar presenciado por mais de
cinquenta mil pessoas, no dia treze de outubro próximo findo, num dos
planaltos da orla setentrional da serra de Minde.
Mas é absolutamente indispensável que, no interesse da verdade,
seja ela qual for, todos contribuam com a sua quota parte para a solução
deste difícil problema, até hoje insolúvel, para a decifração deste singular
enigma até hoje impenetrável. É o que intento fazer escrevendo-te esta
carta e outorgando-te a liberdade de publicar o que te parecer
conveniente.
Posto isto, era propósito meu principiar hoje a narra-[29]ção histórica
dos factos ocorridos em Fátima, se não me perguntasses na tua última
carta se já se tinham verificado algumas curas extraordinárias que
abonassem de algum modo a origem sobrenatural desses factos. Para
satisfazer a tua legítima curiosidade passo a descrever uma das muitas
curas de que tenho conhecimento, consumada e, segundo parece,
definitivamente assegurada no dia treze de outubro, no chamado local
das aparições, aonde desde então, sem embargo das violências brutais
e sacrílegas do fanatismo antirreligioso, sempre inimigo da verdadeira
liberdade de crença, concorrem ininterruptamente centenas e milhares
de pessoas de todos os pontos do país, numa romagem piedosa e
inofensiva que edifica, comove e encanta.
Maria do Carmo, de quarenta e sete anos de idade, natural do lugar
do Arnal, freguesia de Maceira, concelho de Leiria, casada com Joaquim
dos Santos, havia cinco anos que sofria de uma enfermidade bastante
grave, que apresentava todos os sintomas caraterísticos da tuberculose.
Na primeira fase da doença experimentava, de vez em quando, dores,
aliás não muito fortes, na cabeça, no estômago e nos intestinos. Em
princípios de 1916 as dores agravaram-se de um modo extraordinário.
Eram contínuas e difíceis de suportar. Sentia-as então nas costas e, ainda
com mais intensidade, no peito. Ao mesmo tempo começou a padecer
de falta de ar. As mãos, os pés e o ventre incharam-lhe imenso.
Suspeitava-se que tivesse um tumor no útero. Definhava e emagrecia a
olhos vistos. Três meses depois não parecia a mesma pessoa, pois de
nutrida que era tornara-se magra em extremo. Não podia pôr à cabeça
nenhum objeto um pouco pesado pelas torturas que isso lhe ocasionava.
Tinha com frequência vontade de vomitar, embora não vomitasse.
Quando tomava algum alimento e enquanto durava a digestão,
aumentavam as dores de cabeça. As dores de estômago quase que não
lhe permitiam dormir.