“Rosa”60+ pages
- p. 14 …Joaquim Vieira Rosa, pároco
de Alqueidão da Serra e vigário de Porto de Mós, vigararia vizinha…
- p. 31 …Filha de António dos
Santos e de Maria Rosa. Em 1916, é favorecida com as aparições…
- p. 35 …Era filha de António Ferreira Rosa , de Aljustrel,
irmão de José Ferreira Rosa (primeiro marido de…
- p. 54 …Deste matrimónio nasceram dois
filhos, António Ferreira Rosa e Manuel Ferreira Rosa.A 11 de fevereiro…
- p. 56 …Filha de António dos Santos4, de 50 anos de idade, e de Maria Rosa,
de 48…
- p. 65 …vermelhas vivas (cor de sangue), cor de rosa e
amarelas. O povo torna-se desta última…
- p. 67 …8 Filho de António Carreira Ribeiro e de Rosa de Jesus Ribeiro. Nasceu na Moita
do…
- p. 68 …10ª – Viste os sinais que outras pessoas dizem ter visto, como uma
estrela, rosas a despregarem…
- p. 78 …Há uma intensa curiosidade em ver as duas
rapariguinhas com suas grinaldas de rosas, há quem…
- p. 80 …veio e pôs-se em cima das rosas e fitas de seda que
estavam a cobrir…
- p. 82 …de Olímpia de Jesus com José
Ferreira Rosa.
3 Virgínía de Jesus, filha de António da…
- p. 85 …O pai António dos Santos
Abóbora e Maria Rosa. Tem 5 irmãos.
2 - O que faziam…
- p. 107 …Joaquim Vieira
da Rosa, Vigário da Vara de Porto de Mós1.
Pelo teor deste documento e…
- p. 108 …Joaquim Vieira da Rosa
António dos Ramos Mira
2ª testemunha – Anzebino Francisco Mira4, casado, morador no…
- p. 109 …Joaquim Vieira da Rosa
António Maria Menitra
5ª testemunha – Romano dos Santos7, casado, morador no lugar…
- p. 110 …Joaquim Vieira da Rosa
Maria da Silva Vieira da Rosa
7ª testemunha – Manuel João Sénior9, casado…
- p. 111 …Joaquim Vieira da Rosa
António Vieira Amado
10ª testemunha – João Vieira Gomes12, casado, morador na freguesia…
- p. 112 …Manuel Carvalho
Joaquim Vieira da Rosa
12ª testemunha – Domingos Pedro14, casado, morador no lugar do
Alqueidão…
- p. 124 …8 Manuel dos Santos Rosa, filho de José Ferreira da Rosa e de Olímpia de Jesus…
- p. 133 …Joaquim Vieira da Rosa, vigário de Porto de Mós a D. João
Evangelista de Lima Vidal…
- p. 141 …de tule branco, seguros por coroas de rosas brancas
e folhagem verde.
Reparo na minha companheira…
- p. 153 …tomar, deslizando ante o sol, uma
tonalidade rosa ou azul diáfana.
Maravilhoso é que, durante longo…
- p. 161 …De repente vejo uma orla intensamente cor-de-rosa,
circundar o sol que se assemelhava a…
- p. 173 …2 Ou Maria Rosa (mãe de Lúcia).
Doc. 36 1918-08-06
- p. 180 …das fitas de seda e flores
de rosa, que estavam a cobrir os troncozinhos da carrasqueira…
- p. 196 …solares, – cores de encarnado vivo
passar a rosa e desta a azul – cor de anis como…
- p. 219 …acendidas segunda vez, dão luz cor de rosa. Findo a reza do Santo
Rosário; o fenómeno…
- p. 262 …faleceu no ano seguinte1, e
de Maria Rosa dos Santos.
O menino e outra menina, que…
- p. 288 …por todas as
crianças, mimosos botões de rosa que o retrocesso açoita furiosamente,
– amai a Liberdade!...
- p. 293 …dos videntes Francisco e Jacinta Marto), Maria
Rosa (mãe da vidente Lúcia), Maria dos Santos e…
- p. 297 …pelos Valinhos, propriedade particular de António Ferreira Rosa, para ir
a uma fazenda sua, ouviu dizer…
- p. 298 …Senhora, o
7 António Ferreira Rosa e Manuel Ferreira Rosa.
8 À data deste interrogatório, estavam…
- p. 303 …Maria Rosa, viúva de António dos Santos, de cinquenta e cinco
anos de idade, natural da…
- p. 306 …A azinheira estava enfeitada com
fitas e rosas, quase não se via nada dela.
Depois a…
- p. 307 …José Alves, de cinquenta e oito anos de idade, casado com Maria
Rosa das Neves, é…
- p. 317 …dos Santos, já falecido, e de Maria Rosa, natural da freguesia
de Fátima e atualmente educanda…
- p. 359 …desfolhar aos pés do seu
Sacrário as rosas do sacrifício; que mais devo desejar? Recebeu-me…
- p. 368 …vida nem sempre é um mar de rosas; – por enquanto vai
sendo, mas é um mar…
- p. 428 …mar começa; Teatro -
Auto da Sebenta e Rosas Bravas; Romance - A paixão de Pedro o Cru…
- p. 430 …Os pais desta foram António
dos Santos, que faleceu no ano seguinte2, e Maria Rosa dos…
- p. 432 430 DCF - Seleção de documentos (1917-1930)
d d .do Joaquim Vieira da Rosa, era convidado…
- p. 441 …Trata-se do depoimento de Maria Rosa Pereira, de sessenta
e três anos de idade, casada…
- p. 444 …Atitude dos pais de Lúcia de Jesus
Maria Rosa dos Santos, mãe de Lúcia de Jesus…
- p. 445 …Era com a maior
bondade e delicadeza que Maria Rosa recebia todas as pessoas que
desejavam…
- p. 487 …tomar, deslizando ante o sol, uma tonalidade rosa ou azul diáfana.
Maravilhoso é que, durante longo…
- p. 498 …13
de maio de 1926. 5 ° caso: Rosa Maria Ribeiro, de Ponte da Barca.
Úlcera gástrica…
- p. 523 …3 Manuel Ferreira Rosa, irmão de Maria Rosa (mãe de Lúcia), falecido a 19 de
fevereiro…
- p. 569 …faleceu no ano seguinte1, e de Maria Rosa dos
Santos, e contava dez anos de idade…
- p. 575 …Filha de António dos Santos, de cinquenta anos de idade, e de Maria
Rosa, de quarenta…
- p. 581 …tomar, deslizando ante o sol, uma
tonalidade rosa ou azul diáfana.
23 Maravilhoso é que, durante…
- p. 619 …doentes 555
Albina (filha de António Ferreira Rosa)
33
Alcanena 153
Alcanhões (Santarém) 89, 100, 453…
- p. 629 …Josefina de (mulher de Manuel
dos Santos Rosa) 122
JESUS, Justina de (mulher de Manuel
Pereira…
- p. 631 …Maria da Conceição 596, 597
Maria da Rosa (mulher de Joaquim Fran-
cisco Mira Júnior) 106…
- p. 633 …NEVES, Maria José das 264
NEVES, Maria Rosa das 305
Nínive 588
NOGUEIRA, Emanuel Fernandes 136…
- p. 635 …Maria Amélia de Jesus 521
PEREIRA, Maria Rosa 439
PEREIRA, Pe. 375
Perulhal (Leiria) 263
Perulheira…
- p. 637 …António Manuel Pereira
538
RIBEIRO, Ermelinda Gomes 138, 139
RIBEIRO, Francisco 65
RIBEIRO, Rosa de Jesus…
- p. 639 …dos 266, 598
SANTOS, Maria Rosa dos - ver também
Maria Rosa (mãe de Lúcia) 260,
428…
- p. 640 …Maria da (mulher de Domingos
Vieira da Rosa 107
SILVA, Maria da (mulher do José
Carreira…
- p. 642 …Vigário de Porto de Mós - ver também
ROSA, Joaquim Vieira da 12, 13,
105, 131, 429…
- p. 647 …Fomigão Videntes e a Mª Rosa 51
11 I 1917-10-p.11 Dr. Formigão Redação…
486 DCF - Seleção de documentos (1917-1930)
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avança sobre a terra ameaçando esmagar-nos com o peso da sua ígnea
e ingente mó. São segundos de impressão terrífica. Durante o acidente
solar que detalhadamente tenho vindo a descrever, houve na atmosfera
coloridos cambiantes. Não posso precisar bem a ocasião, porque já lá
vão dois meses passados e eu não tomei notas. Lembra-me que não foi
logo no princípio e antes creio que foi para o fim. Estando a fixar o sol,
notei que tudo escurecia à minha volta. Olhei o que estava perto e alonguei
a vista para o largo até ao extremo horizonte e vi tudo cor de ametista.
Os objetos, o céu e a camada atmosférica tinham a mesma cor. Uma
carvalheira arroxeada, que se erguia na minha frente, lançava sobre a
terra uma sombra carregada. Receando ter sofrido uma reação da retina,
hipótese pouco provável, porque, dado este caso, não devia ver as
coisas em roxo, voltei-me, cerrei as pálpebras e retive-as com as mãos
para intercetar toda a luz. Ainda de costas abri os olhos e reconheci
que, como antes, a paisagem e o ar continuavam da mesma cor roxa. A
impressão que se tinha não era de eclipse. Vi um eclipse do sol, que em
Viseu onde estava, foi total. À medida que a lua marcha a esconder o
sol, a luz vai-se acinzentando até que tudo se torna baço e negro. A vista
alcança um pequeno círculo, para lá do qual os objetos se vão ornando
cada vez mais confusos até que se perdem no negrume. Baixa a
temperatura consideravelmente e dir-se-á que a vida da terra se extinguiu.
Em Fátima, a atmosfera, embora roxa, permaneceu transparente até
[44] aos confins do horizonte que se distingue e vê claramente, e eu não
tive a sensação de uma paragem na energia universal. Continuando a
olhar o sol, reparei que o ambiente tinha aclarado. Logo depois ouvi um
campónio que cerca de mim estava a dizer com voz de pasmo: “esta
senhora está amarela!”. De facto tudo agora mudara, perto e distante,
tomando a cor de velhos damascos amarelos. As pessoas pareciam
doentias e com icterícia. Sorri-me de as achar francamente feias e
desairosas. Ouviram-se risos. A minha mão tinha o mesmo tom amarelo.
Dias depois fiz a experiência de fixar o sol uns breves instantes. Retirada
a vista, vi, após alguns momentos, manchas amarelas, e regulares na
forma. Não se vê tudo de uma cor uniforme, como se no ar se tivesse
volatilizado um topázio, mas nódoas ou malhas que com o movimento
do olhar se deslocam. Todos estes fenómenos que citei e descrevi
observei-os eu sossegada e serenamente sem uma emoção ou
sobressalto. A outros cumpre explicá-los ou interpretá-los. Para terminar,
devo fazer a afirrmação de nunca nem antes nem depois do dia treze de
Outubro, vi iguais fenómenos solares ou atmosféricos”. O distinto