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ÅÆÇÈÉ Ê ËÌÍÎÍÇ ÏÐÌ ÈÌ ÑÒÓ ÔÓÇÕÎÖÇ×ÍÒ ÌÈÕÇ ÍÌØÒÙÚÒ ÖÒË Ò fim de reparar
o Imaculado Coração de nossa Santíssima Mãe: Devoção Reparadora
ao Imaculado Coração de Maria.
Durante 5 meses, no primeiro sábado de cada mês, receber a Sagrada
Comunhão, rezar um terço, fazer 15 minutos de companhia a Nossa
Senhora, meditando nos mistérios do Rosário, e fazer uma confissão
com o mesmo fim de reparar as ofensas feitas à Santíssima Virgem. A
Santíssima Virgem promete assistir na hora da morte às almas que assim
A tiverem procurado consolar com todas as graças necessárias para se
salvarem. O Senhor D. José, com quem fui falar a Braga, sobre este
assunto, autorizou-me a propagar, desde já, particularmente, a devoção
reparadora, que Ele promulgará brevemente, recomendando-a e
indulgenciando-a, em documento público e oficial. O Pe. Matéo veio
intensificar a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, a Lúcia vem agora
intensificar a devoção ao Imaculado Coração de Maria, que é um
complemento necessário daquela, reparando-se assim, com estas duas
devoções reparadoras, as ofensas que se fazem ao Filho e à Mãe, como
é absolutamente justo. Ontem à tarde corri o Porto de automóvel a
tornar conhecida esta devoção, que é acolhida com o maior entusiasmo.
Fui ontem e anteontem dizer a santa Missa e fazer uma prática à casa
da Anunciação ou casa das criadas de servir. A D. Margarida Reto, que
teve conhecimento da minha ida lá, foi de propósito assistir à missa
àquela casa para me falar. A convite dela, fui visitar a sua Obra, que é
diferente da de Fátima, embora esteja sob a proteção de Nossa Senhora
de Fátima. Tenciono ir aí celebrar a santa Missa na próxima quinta-
-feira, à hora do costume.
Não se admirem se comigo for o Senhor D. Manuel C. Mas
naturalmente não irá. Orem com mais fervor pelas nossas intenções.
Dizem-me que S. D. L. está sofrendo muito por causa das negociações
que se andam fazendo e das resoluções que se estão tomando. Não sei
do que se trata. Por isso vou na quarta-feira e tento falar com o Sr. D.
M. C.
Pe. Formigão
P. S. Já me esquecia de te dizer que falei com a senhora D. Julieta
Fonte, Rua do Breyner, nº 214 Porto. Quero que lhe escrevas uma
carta comprida, o mais comprida que possa ser e o mais depressa
também que possa ser. É sobrinha da senhora D. Júlia. E como alma de
fogo, mais ainda do que a D. Maria Elisa Cruz Vieira, de Braga. Vai
entrar para alma vítima. Quer dedicar toda a sua vida à obra. Desejo
Doc. 95 1928-10-08