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î ïðñ òîóî ôðõ öî÷ï øùöðñúïîû öî÷ï üðñôðøýðû öî÷ï þðñïðôðñîøýðû ð þîñðòð
não haver forças humanas capazes de lhe pôr embargo. A autoridade
eclesiástica, que iniciou o respetivo inquérito, ainda não ultimou os seus
trabalhos, que são de sua natureza difíceis e demorados, nem proferiu o
seu veredictum, que nos cumpre acatar, qualquer que ele venha a ser.
Enquanto aguardamos esse veredictum, procuremos viver como bons
cristãos, cumprindo estritamente todos os nossos deveres, façamos
penitência dos nossos pecados e rezemos com fervor o terço do Rosário,
essa devoção tão querida de todos os portugueses, para que Nossa
Senhora do Rosário, se Ela efetivamente apareceu em Fátima, se digne
dissipar todas as dúvidas e tornar esse facto superior a toda a contestação
de boa fé.
II
CURAS EXTRAORDINÁRIAS
– Maria do Carmo, de 47 anos de idade, do lugar do Arnal, freguesia
de Maceira, concelho de Leiria, tuberculosa, achou-se curada no dia
13 de outubro de 1917, no próprio local das aparições. A sua cura foi
um motivo de assombro para todos os habitantes de Maceira, que
julgavam a pobre senhora irremediavelmente perdida e com vida apenas
para alguns dias.
– Aurélia do Patrocínio Lourenço, de 4 anos, filha de Joaquim
Lourenço, canteiro da Batalha, adoeceu em fins de outubro de 1917,
com uma febre infeciosa, que a teve às portas da morte. Algumas pessoas
de família já não alimentavam esperanças de que a menina se salvasse.
Curou-se depois de várias promessas feitas pela mãe a Nossa Senhora
de Fátima.
– Manuel Henriques Júnior, do Outeiro do Murtal, Ourém, estava
cego de ambos os olhos, em virtude de uma pancada que aos 12 anos
recebeu na cara. Foram-lhe feitas em Lisboa várias operações por
distintos especialistas, mas sem resultado algum. Curou-se de um dos
olhos depois de uma promessa da mãe, que desejava ardentemente que
ele visse o bastante para poder trabalhar.
– Joaquim Vieira , de 47 anos, de Assentiz, Torres Novas, sofria de
antigas e graves enfermidades, estando desenganado dos médicos.
Curou-se no dia 13 de outubro de 1917.
– Amélia de Jesus, de 61 anos, do Perulhal, Reguengo do Fetal,
Batalha, estava de cama, gravemente enferma, havia bastante tempo,
com violentíssimos ataques de reumatismo. Os remédios receitados pelo
médico, que duas vezes a foi visitar, não lhe fizeram bem algum. Curou-
Doc. 73 1923-03-a.18